Tráfego, códigoe dados nomesmo lugar.
Eu construo a infraestrutura que liga o clique, o lead, a venda e a recompra no mesmo dado, e toco a operação de tráfego que faz tudo isso girar.
Performance e engenharia, sem terceirizar o que importa.
Da campanha ao banco de dados, a mesma cabeça pensa a aquisição e o sistema que sustenta ela.
Sites e sistemas sob medida
Aplicações completas na stack que eu uso todo dia: renderização no servidor, tempo real e multi-tenant desde a primeira linha. Rápidas, seguras e suas. Você para de alugar a plataforma dos outros.
Tráfego e marketing de performance
Gestão de mídia paga medindo o que interessa: a venda que de fato entrou. O ROAS sai da receita confirmada, com quatro modelos de atribuição e a cobertura na cara, não da conversão que o gerenciador chuta.
Dados e rastreamento no servidor
Captura de origem completa (UTMs e click-ids de toda plataforma), cookie first-party no seu domínio e conversão enviada pelo servidor com valor real. Você recupera o dado que o navegador deixa cair.
Automação e atendimento com IA
Resposta ao lead em segundos, distribuição automática entre vendedores, fluxos de WhatsApp e e-mail disparados por evento, e o Guik atendendo, qualificando e agendando no seu lugar.
Sistemas prontos por nicho
Clínica, imobiliária e condomínio já construídos e no ar, cada um com a operação inteira do setor. Entra rodando e sai personalizado, sem projeto de doze meses pra começar a usar.
Infraestrutura e continuidade
Servidor próprio, deploy independente por sistema, banco com isolamento na raiz e backup. Cada peça sobe sozinha, então uma manutenção não derruba a operação inteira.
Uma família de produtos sobre uma espinha de dados.
Cada produto se vende e roda sozinho, mas todos falam a mesma identidade, o mesmo billing e os mesmos eventos. Monólito de dados, poliglota de produtos.
Sou Guilherme Rocha, gestor de tráfego e desenvolvedor. Boa parte das agências terceiriza o código, e boa parte dos devs não entende de aquisição. Eu junto os dois lados na mesma cabeça: a campanha que traz o cliente e o sistema que mede, entrega e retém esse cliente.
Dado first-party
Do primeiro clique à recompra, tudo no mesmo dado. Sem depender de terceiro que some com o cookie amanhã.
Stack atual
As versões mais novas do que existe hoje: renderização no servidor, tempo real e segurança na raiz do banco.
Loop fechado
Quem é dono do gateway enxerga a venda real e devolve ela pro algoritmo. Quase ninguém junta as duas pontas.
Multi-tenant de fábrica
O mesmo motor roda o meu produto e a operação de agência, com cada cliente isolado do outro.
ROAS real vs. o número que a plataforma te mostra.
A plataforma conta conversão estimada e view-through. Quem tem o gateway conta a venda que confirmou. Mexe nos controles e veja a distância entre os dois.
Simulação ilustrativa pra explicar o conceito de atribuição por venda real. Não é promessa de resultado.
Conteúdo que rankeia na era das IAs.
Não basta escrever pra pessoa. Hoje você também precisa ser citado por Google Discover, ChatGPT e Perplexity. Eu publico artigo com E-E-A-T, Schema JSON-LD e rastreamento ligado à espinha, então cada visita já entra no seu dado first-party.
- ↳Posts para Google Discover & notícias jornalísticas
- ↳Reviews e artigos evergreen com Schema de produto
- ↳Trending topics em tempo real (newsjacking)
- ↳Publicação 1-click + tracking de origem na espinha
Ver ao vivo →Artigos que eu escrevi.

Com dado first party o fosso que sobra protege o lucro do tráfego pago

Speed-to-lead: como responder em 5 minutos reduz o CAC e salva o tráfego

Como construir uma família de produtos que faturam sozinhos no mesmo banco

Por que o seu ROAS mente e como medir a venda real no banco
O que me perguntam antes de fechar.
Resposta direta, sem enrolação. Se a sua pergunta não estiver aqui, é só mandar.
Quem é Guilherme Rocha?
Guilherme Rocha é gestor de tráfego pago e desenvolvedor full-stack brasileiro. Ele constrói e opera um ecossistema de sistemas de aquisição, venda, atendimento e gestão que rodam sobre uma base de dados própria, e toca a operação de mídia paga que usa essa infraestrutura. Contato por [email protected].
Por que o ROAS do gerenciador de anúncios não bate com o faturamento?
O ROAS do gerenciador é uma estimativa feita pela própria plataforma que vende o anúncio, com janela de atribuição e modelagem próprias, contando conversões que ela conseguiu observar. O faturamento é o dinheiro que entrou. As duas contas divergem porque a base de cálculo é diferente, e a divergência aumenta quando parte das vendas acontece fora do navegador que viu o anúncio.
Como medir o retorno real das campanhas?
Medindo a venda no seu próprio banco de dados e ligando ela ao clique que a originou. Na prática isso exige três peças: um encurtador ou rastreador no seu domínio para o clique nascer como dado first-party, um checkout que registre a venda com esse identificador junto, e um painel que reconstrua o caminho e devolva a conversão com o valor real para a plataforma de anúncio.
O que é dado first-party e por que ele importa?
Dado first-party é o dado coletado no seu próprio domínio, sem intermediário. Ele importa porque os navegadores reduzem ou apagam o cookie de terceiro, então a origem da visita costuma se perder antes de a venda acontecer. Com rastreamento no próprio domínio e no servidor, essa origem sobrevive e continua disponível quando a compra ocorre dias depois.
Vale a pena ter checkout próprio em vez de usar uma plataforma pronta?
Vale quando o volume paga a troca ou quando o dado da venda importa para a decisão de mídia. Numa plataforma de terceiro, a venda acontece no domínio dela e a origem morre lá dentro, além da taxa por transação. Com checkout próprio, a venda entra no seu banco com o identificador do clique, e a conversão volta para o anúncio com o valor real.
Dá para contratar só um sistema, sem levar o ecossistema inteiro?
Dá. Cada sistema é vendido e roda sozinho, com deploy e banco próprios. O ganho de usar mais de um é o loop fechado, porque eles compartilham a mesma identidade e os mesmos eventos, mas nada obriga a começar por tudo. O ponto de entrada mais comum é o rastreamento de links ou o checkout.
Quem é o cliente típico desse trabalho?
Operação brasileira que já investe em mídia paga com constância e sente que o número da plataforma não explica o faturamento, ou que paga caro por plataformas alugadas de checkout, curso e atendimento. Também clínica, imobiliária e administradora de condomínio que precisam de sistema de gestão com visão comercial do funil.
O trabalho inclui a gestão de tráfego ou só o sistema?
Os dois, juntos ou separados. A diferença aqui é que a mesma pessoa desenha a campanha e o sistema que mede, entrega e retém o cliente, então a decisão de mídia é tomada com o dado do banco, não com relatório de terceiro.
Bora construir
algo que mede?
Conta rapidinho o seu desafio: site, tráfego, dados ou os três juntos. Eu respondo pessoalmente.
lead na espinha. É o speed-to-lead rodando ao vivo.